Blog Ridículo de coisas desinteressantes e sem sentido, que foi papado pela Krudélia, no Arroz Doce, depois de ter bebido o pontapé.
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domingo, setembro 26, 2010
segunda-feira, março 22, 2010
segunda-feira, março 08, 2010
12 anos
E sinto-me como aqueles jovens dos filmes que de repente crescem e já não querem saber dos brinquedos de quando eram crianças. E renegam tudo. E magoa porque não é verdade.
Parece que a vejo nas sombras.
E conto o tempo com na sua ausência.
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Parece que a vejo nas sombras.
E conto o tempo com na sua ausência.
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quarta-feira, fevereiro 03, 2010
As mesmas notas.
Bater com os joelhos no chão.
Chão? Disse chão? Não havia chão. Só cair.
Aliás, nem saiu do mesmo sítio.
Apenas ficou ali,
Parado,
Como se caísse.
Palavras. Muitas palavras.
A ecoar nos seus ouvidos e no sítio onde se pensa e se entende as coisas.
E ele fingia que não ouvia.
Que não entendia.
Que não pensava.
quarta-feira, março 25, 2009
O Beijo.
De pé no peito da janela.
Ganha balanço e O salto:
a) Consegues acertar no carro, as pernas amortecem o balanço, bates com a cabeça, dói-te a perna partida e a cabeça tem sangue;
b) Não acertas no carro, a cabeça bate perto da porta e quando finalmente chegares ao chão já estás morto.
Se a vida espiritual existe então quero morrer ao sol. Ao sol das quatro horas da tarde, num dia qualquer, na relva de uma rotunda de subúrbio ou naquele bocado infinito (será assim tanta a diferença entre infinito e ínfimo?) que se vê da minha janela, numa soleira de qualquer porta.
Morrer perdoa-nos os pecados. O Que é Morrer?
Se me ensinaram a escrever "rapidamente", também o posso fazer para um lado qualquer, se já foi tudo dito posso continuar esse diálogo longo.
Um beijo, um cigarro... Qualquer coisa desse género. Como trocar os acentos ou apenas não os meter.
Ganha balanço e O salto:
a) Consegues acertar no carro, as pernas amortecem o balanço, bates com a cabeça, dói-te a perna partida e a cabeça tem sangue;
b) Não acertas no carro, a cabeça bate perto da porta e quando finalmente chegares ao chão já estás morto.
Se a vida espiritual existe então quero morrer ao sol. Ao sol das quatro horas da tarde, num dia qualquer, na relva de uma rotunda de subúrbio ou naquele bocado infinito (será assim tanta a diferença entre infinito e ínfimo?) que se vê da minha janela, numa soleira de qualquer porta.
Morrer perdoa-nos os pecados. O Que é Morrer?
Se me ensinaram a escrever "rapidamente", também o posso fazer para um lado qualquer, se já foi tudo dito posso continuar esse diálogo longo.
Um beijo, um cigarro... Qualquer coisa desse género. Como trocar os acentos ou apenas não os meter.
quarta-feira, janeiro 28, 2009
"Prendes-me e dizes que me estás a salvar" ou Nos silêncios
O Silêncio faz-se de portas. O silêncio é caminho, não muro que se erga à sua volta.
E as portas sempre caiem para algum lado. O de (Lá) longe daquele ti. O silêncio são corredores compridos, palácios de mafra e outras coisas bem mais simples:
"E a mesma luz que nos guiou, que nos trouxe aqui, devolve-nos ao escuro(...)"
Há silêncios tantos como sons.
Ou Não. viste? De Quê?
E as portas sempre caiem para algum lado. O de (Lá) longe daquele ti. O silêncio são corredores compridos, palácios de mafra e outras coisas bem mais simples:
"E a mesma luz que nos guiou, que nos trouxe aqui, devolve-nos ao escuro(...)"
Há silêncios tantos como sons.
Ou Não. viste? De Quê?
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