"As pessoas ficam loucas"
É o abandono de não se abandonarem. (A quem?) - fuuuu Maravilhosa metáfora de presentes.
Blog Ridículo de coisas desinteressantes e sem sentido, que foi papado pela Krudélia, no Arroz Doce, depois de ter bebido o pontapé.
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terça-feira, dezembro 23, 2008
quinta-feira, novembro 20, 2008
Mapas da Realidade?
Enquanto adolescentes, felizmente descobri que nem todos, é bom haver diversidade, queremos queimar os mapas dos nossos avós, muitas vezes os dos nossos pais, dos professores e todos os mapas que, de qualquer forma, nos mantenham contidos num espaço mais pequeno que o Universo. O problema é que queimar um mapa é acrescentar uma rua no nosso GPS mental.
Quando renegamos um mapa criamos outro, numa sequência de espelhos que se reflectem para o infinito.
O que é um mapa da realidade? Ah!
Talvez a cultura se encaixe nisso. Mas eu penso que tem tudo a ver com preconceitos, ideias em forma de naprons, cães de loiça, bibelôs ou canadianas.
Parece que também lhe metem a literatura, o cinema, talvez a ciência e o particular pelo todo. Parece que é feito de metáforas que fazem do oceano mental algo com profundidade suficiente para afogar uma pessoa que não saiba nadar.
Que há de complicado com a realidade?
Não sabemos é o que havemos de fazer connosco.
Mapas para jantar, mapas para rir, mapas para respirar, para falar, para amar, para nascer, para morrer, para cagar, pessoas-mapa.
E no fundo escapa-se-nos a transcendencia da existência. Ficamos só com um nó na cabeça, que nem sequer é o da forca, não serve completamente para nada (mesmo que servisse não o conseguiríamos enfiar no pescoço).
Tomamos o particular pelo todo, a metáfora pelo que existe, a clorofila pelo verde. Mas a vida é feita das coisas que são. Podemos trocar a verdade por teorias corroboradas, mas a realidade faz-se da intuição.
De meu nem o nome, nem os ódios, nem os anéis de divórcio, nem esta constipação emocional-intelectual-casual. constipação dos Movimentos. Esta falta de sono constante. Este nojo. Este ódio (mais pequeno que todos os outros).
Os mapas são de papel e mesmo os GPS têm de reajir com o Oxigénio de qualquer maneira, pelo menos reagem com o tempo.
Pedia desculpa, até pedia. Mas isto é o Krudélia.
Preciso de ajuda pois no fundo sei que não entendo nada de mapas da realidade, qualquer colaboração de qualquer forma será bem-vinda.
Quando renegamos um mapa criamos outro, numa sequência de espelhos que se reflectem para o infinito.
O que é um mapa da realidade? Ah!
Talvez a cultura se encaixe nisso. Mas eu penso que tem tudo a ver com preconceitos, ideias em forma de naprons, cães de loiça, bibelôs ou canadianas.
Parece que também lhe metem a literatura, o cinema, talvez a ciência e o particular pelo todo. Parece que é feito de metáforas que fazem do oceano mental algo com profundidade suficiente para afogar uma pessoa que não saiba nadar.
Que há de complicado com a realidade?
Não sabemos é o que havemos de fazer connosco.
Mapas para jantar, mapas para rir, mapas para respirar, para falar, para amar, para nascer, para morrer, para cagar, pessoas-mapa.
E no fundo escapa-se-nos a transcendencia da existência. Ficamos só com um nó na cabeça, que nem sequer é o da forca, não serve completamente para nada (mesmo que servisse não o conseguiríamos enfiar no pescoço).
Tomamos o particular pelo todo, a metáfora pelo que existe, a clorofila pelo verde. Mas a vida é feita das coisas que são. Podemos trocar a verdade por teorias corroboradas, mas a realidade faz-se da intuição.
De meu nem o nome, nem os ódios, nem os anéis de divórcio, nem esta constipação emocional-intelectual-casual. constipação dos Movimentos. Esta falta de sono constante. Este nojo. Este ódio (mais pequeno que todos os outros).
Os mapas são de papel e mesmo os GPS têm de reajir com o Oxigénio de qualquer maneira, pelo menos reagem com o tempo.
Pedia desculpa, até pedia. Mas isto é o Krudélia.
Preciso de ajuda pois no fundo sei que não entendo nada de mapas da realidade, qualquer colaboração de qualquer forma será bem-vinda.
terça-feira, novembro 04, 2008
Ser o que é? - Posfácio
Ser? Ah! Desta vez com alguma organização inteligivel Na razão humana.
Não há muito para dissecar no facto (será?) de existirmos:
Não há muito para dissecar no facto (será?) de existirmos:
Somos pó (sim com letra minuscula e sem aspas) no entender da eternidade.
nada.
sombras
particulas em decomposição
passos na alfombra ou lá o que quiserem!
Precisamos do aconchego dos Deuses, das palavras, dos países, dos significados, das significâncias, das ciências, das familias, dos amigos e dos inimigos, do cinema e da literatura.
Somos abandono de nós mesmos e a dúvida! a dúvida é o que os resta, agarramo-nos a ela e com ela erguem-se os impérios de ciência! Estamos sozinhos e na imensidão do espaço aguardamos.
Abandonados pela genética. Agarramo-nos à dúvida e confundimo-la com o que somos. Somos. Somos?
Todas as coisas que temos, temos e temos! Corremos, gritamos, amamos, falamos
Amamos. A quem? Para quem?
.
o Ser é uma invenção. Já não somos tudo (ou nada d)o que fomos.
Tudo o que já vai acontecer. Aconteceu! Inevitavelmente estou morta. E o que digo, penso ou escrevo, amo ou sou, para que serve?
Tudo para tapar o buraco a que chamamos alma.
Fomos livres da eternidade e do existir. Logo e por agora vou dedicar-me a outras coisas. Se eu não existo, a internet muito menos!
quarta-feira, outubro 29, 2008
Ter ou não ser?
É o que temos que faz o que semos. E mais o que temos do que o que fazemos?
É o que me convém. Paciência não sei
Que temos Ou somos?
Somos 70 anos? Dois filhos e três filhas? Fotografias, livros, ideias, HUMA(Para já a humaniade é um punhado de dúvidas)NIDADE somos pó porque a morte não existe.Diálogos só os em que não te intendes. Todas estas cidades de entulho na minha cabeça estão na tua também, caminhamos sobre elas, todos os caminhos reais ou imaginados. E são mentira. Em todos os sentidos menos nos figurados. Não penam com tudo o que carregam? Pesado, pesadelo, pena, pêsa. Eu sinto o peso dos prédios nos meus olhos, sinto o peso das estantes, dos livros, dos computadores, da cama, do cão, da roupa, das fotografias que ardesse tudo e aí percebíamos que não tenho nada a minha casa está na minha cabeça o meu sol, o meu horizonte, o meu cão, o meu pé, meu amor. Só são meus no que eu imagino. O teu pai é teu no amor que tens por ele em mais lado nenhum há pontos finais. Céu molhando horizontes infinitos e nunca mais o por-do-sol qué quando saltam os macacos à beira mar!
Os vermes que dormem no catacão dourado. Gabardines. Canadianas. Meninos, coitadinhos, tadinhos e galochas. A chover.
O que eu quero são as tuas mãos. O sinal da tua existência na minha. Ah! (E para quem escrevo isto?) Nesta confusão de existir - O melhor: É. Esquecer, a; Pontuação.
ta
na
ta
na
ta
na
pá
tu
pá
ti
tu
ta
pi
co
li
to
li
xo
na
ca
be
sa
na
fi
que
que
a
qui
mo
re
se
no
lon
ge
la
la
ta
na
já!
sa
be
bem
ter
na
da
se
se
se
se
pff
pff
txi
xi
ti
ti
ti
tit
tititi
titi
tit
ti
vo
pa
lo
n
ge
es
pe
ro
quequeque
nã
oh
se
já
prrr
e
si
zo
di
ze
re
a
ca
bo
is
to
É o que me convém. Paciência não sei
Que temos Ou somos?
Somos 70 anos? Dois filhos e três filhas? Fotografias, livros, ideias, HUMA(Para já a humaniade é um punhado de dúvidas)NIDADE somos pó porque a morte não existe.Diálogos só os em que não te intendes. Todas estas cidades de entulho na minha cabeça estão na tua também, caminhamos sobre elas, todos os caminhos reais ou imaginados. E são mentira. Em todos os sentidos menos nos figurados. Não penam com tudo o que carregam? Pesado, pesadelo, pena, pêsa. Eu sinto o peso dos prédios nos meus olhos, sinto o peso das estantes, dos livros, dos computadores, da cama, do cão, da roupa, das fotografias que ardesse tudo e aí percebíamos que não tenho nada a minha casa está na minha cabeça o meu sol, o meu horizonte, o meu cão, o meu pé, meu amor. Só são meus no que eu imagino. O teu pai é teu no amor que tens por ele em mais lado nenhum há pontos finais. Céu molhando horizontes infinitos e nunca mais o por-do-sol qué quando saltam os macacos à beira mar!
Os vermes que dormem no catacão dourado. Gabardines. Canadianas. Meninos, coitadinhos, tadinhos e galochas. A chover.
O que eu quero são as tuas mãos. O sinal da tua existência na minha. Ah! (E para quem escrevo isto?) Nesta confusão de existir - O melhor: É. Esquecer, a; Pontuação.
ta
na
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na
ta
na
pá
tu
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a
ca
bo
is
to
FIM
quarta-feira, outubro 15, 2008
Morrer.
Morrer quando é?
Quando é preciso.
A todo o momento.
Quando o coração pára.
Quando somos esquecidos.
É quando o corpo já não é teu.
Quando esquecemos?
Já não há lágrimas.
Morrer o que é?
É o coração a parar.
O momento imediatamente depois de um corpo embater no chão:
Epgi-Epgf= -6000J
É o cérebro que fecha.
"(...) ainda ontem tinha 17 anos, foi num instante..."
Morrer onde é?
No chão.
Na cama.
Nos outros, os que morrem.
Nos ossos que sobram.
Morrer como é?
É como um silêncio Branco.
É dum repente.
É a eternidade contigo próprio.
É verde. Verde, Verde.
É estar sozinho, sozinho, sozinho.
É lentamente.
morte (Lat. morte), s. f.
acto de morrer;
fim da vida animal ou vegetal;
termo da existência;
acabamento;
fim;
homicídio;
a pena capital;
(fig.) destruição;
perda;
causa de ruína;
(poét.) entidade imaginária que ceifa a vida.
Não.
morrer só se for de Rir.
quinta-feira, outubro 09, 2008
O que é ser Português?
São as Naus?
Uma Bandeira ou uma Fronteira?
É um país? É bacalhau com grão, bacalhau-à-gomes-sá, bacalhau-à-brás, bacalhau com natas, bacalhau à moda do porto, bacalhau do céu, bacalhau à portuguesa?
É o Cristiano Ronaldo? É o Mourinho? Fernando Pessoa? Camões? Salazar? É o vinho do porto? É a Cortiça?
É pagar os impostos? É ser um Corisco Mal Amanhado?
Ser Português?
-É estar na Cauda da Europa!
-É ter hospitais que não funcionam.
-É ser Branco nascido na Pátri!
-É viver em Lisboa.
-É votar.
-É (não) saber o hino nacional e apoiar a Selecção!
-É queixar-se.
-É achar que é mais esperto que os outros.
Há-des de Ver o Que é SER Português!
Ser Português é falar esta Língua maldizida.
Esta língua com que gritamos, com que praguejamos, com que ofendemos.
É aqui que ser Português Habita.
Nesta língua que se mistura no cuspo, no sexo, no chão, na enchada, no vento, no mar, no fado. Estes sons que vêm dos romanos, dos iberos, dos mouros, dos índios, d' Africa. Estes Sssssons.
Esta língua que inventamos, que pensamos, que dizemos, que lêmos.
Esta Voz.
Quando lêmos "Pedra", quando falamos e dizemos "Pedra", não é o mesmo que sentimos quando pensamos na palavra "stone".
Dizemos "Andar" e dizemos "walk".
Dizemos "Padaria" e dizemos "bakery" e dizemos "panadería" e dizemos "backërei".
Dizemos Saudade.
Uma Bandeira ou uma Fronteira?
É um país? É bacalhau com grão, bacalhau-à-gomes-sá, bacalhau-à-brás, bacalhau com natas, bacalhau à moda do porto, bacalhau do céu, bacalhau à portuguesa?
É o Cristiano Ronaldo? É o Mourinho? Fernando Pessoa? Camões? Salazar? É o vinho do porto? É a Cortiça?
É pagar os impostos? É ser um Corisco Mal Amanhado?
Ser Português?
-É estar na Cauda da Europa!
-É ter hospitais que não funcionam.
-É ser Branco nascido na Pátri!
-É viver em Lisboa.
-É votar.
-É (não) saber o hino nacional e apoiar a Selecção!
-É queixar-se.
-É achar que é mais esperto que os outros.
Há-des de Ver o Que é SER Português!
Ser Português é falar esta Língua maldizida.
Esta língua com que gritamos, com que praguejamos, com que ofendemos.
É aqui que ser Português Habita.
Nesta língua que se mistura no cuspo, no sexo, no chão, na enchada, no vento, no mar, no fado. Estes sons que vêm dos romanos, dos iberos, dos mouros, dos índios, d' Africa. Estes Sssssons.
Esta língua que inventamos, que pensamos, que dizemos, que lêmos.
Esta Voz.
Quando lêmos "Pedra", quando falamos e dizemos "Pedra", não é o mesmo que sentimos quando pensamos na palavra "stone".
Dizemos "Andar" e dizemos "walk".
Dizemos "Padaria" e dizemos "bakery" e dizemos "panadería" e dizemos "backërei".
Dizemos Saudade.
segunda-feira, outubro 06, 2008
Amar: O que é?
É falta de sono! É falta de sono! É falta de sono! É falta de sono! É falta de sonp! É falta de sono! É falta de sono! É falta de sono! É falta de sono! È falya de suno! É falta de noso, e falrrta de sonos! E noso falta! E sóno fatal! !!! E é é falta É falta de sexo. den SEXO! É falta de estudo! é falta de somo! é falta de sono. é falta de Tempo! É falta de ArEata fata !. E falta de rá! E falat ! ed ! ár; É falta de ti-ti-ti-ti-ti-ti-ti-ti-ti! E falta de sumo? É ataque de panicó? É ressaca falta de fumo; falta de uno; falta de fumo: falma de fumo; falan de todo! De funo Falta! Falya deisto, falta de fome, falta de sono sono sonos osno snons nsonso nosns ons ons ons nosn snsono son osn sono sono snons sonos nson sonon sono snono snons sono snosn sonon snonono so nonon sonon sono sono sono snon snon sno e nono fono fono fon fono fono fono so no so no so no son so no no son nós. doença mental integrada e falta de sono. doença entregrada no sono d'Isto. Mede o dedo. o medo. sedo. Falta de sono. falta de sono. O amor é falta de sono.
" Mas o amor sabe um segredo
O medo pode matar o seu coração"
Tom Jobim
" Mas o amor sabe um segredo
O medo pode matar o seu coração"
Tom Jobim
terça-feira, setembro 30, 2008
O que nos move?
São as cenoras, batatas, bróculos (tens que comer esses aí que ainda estão no teu prato!), sumol, coca-cola, red bull, peixinho, carninha, tofu, seitan, amendoas, gelados (olha que depois não comes o jantar!), bolachas, gelatinas, barritas (apenas 99 KCAL POR BARRA) ou pão que comemos?
São as faltas a Matemática, a Geografia, a Gêdê, a Economia, que nos levantam da cama?
É a ansiedade, é a vontade, é a fome, é o desejo, é a saudade ou Tu?
É o instinto? Ou vamos embriagados pelos Metros que nos separam do nosso objectivo matinal?
São as faltas a Matemática, a Geografia, a Gêdê, a Economia, que nos levantam da cama?
É a ansiedade, é a vontade, é a fome, é o desejo, é a saudade ou Tu?
É o instinto? Ou vamos embriagados pelos Metros que nos separam do nosso objectivo matinal?
É a musica com que anestesio a cabeça para que não me rebente nas mãos?
É o sol que continua a nascer por teimosia?
É o Ideal?
É o telemovél que queres comprar? A telefonia que está estragada? o Gato? A dona cHICA?
É o teu destino? O teu fado? O meu fado? O destino deles? ou será o Benfica? o Sporting? (pelo Porto vale a pena viver!) A contabilidade e a mobilidade?
pENA
A infelicidade é que nos move.
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