Mostrar mensagens com a etiqueta Hoje.. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Hoje.. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, janeiro 20, 2009

Chuva. Hoje.

Poder não é querer.

Namorar com uma pessoa durante muito tempo pode não ser falta de imaginação.

Não podes dar aquilo que não és.

Tudo isto vem da minha vontade de descrever a chuva, mas seria a chuva na mesma. Não se pode descrever a chuva. Porque ela é a mesma para todos, sendo diferente para cada um. E tudo isto ao mesmo tempo, como se fosse possivel.

A ciência do livro de F.Q. despreza o conhecimento intuitivo. O único que nos presta.

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Alcatrão ou Céu. Hoje.

Correr é um homem que te espanca.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Loures. Hoje.

O caos. Fico comovida.
O caos. Berço de tudo o que é belo.

segunda-feira, janeiro 28, 2008

Hoje. Por dentro de mim.

Donna Maria. Música para ser humano. Faixa 7.

sexta-feira, janeiro 18, 2008

Céu. Hoje.

O apaixonar será vermo-nos noutro?

Espero que não.

Qual a diferença? Entre?
Num amamos um gesto. Noutro amamo-lo todo.


Obs. Pessoas:

A Urraca a cantar na aula de Inglês.

AzCl a andar de patins, a falar dele(s).

O FáFá a imitar AzCl.

O André a perguntar "Tens as mãos limpas?"

O G. quando não grita.

A R, quando volta a ser pequena.

O Z. quando olha para mim com se fosse pequena.

Os Clã.

Uma música.

O Tobias.

A Leziria.

A Bicicleta. O Natal. Uma mão a cortar legumes.

O ViVi quando confunde A com Lambda.

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Baixa. Hoje.

Debaixo da aparência. Estava ela.
Achou-se alguém na Baixa.
Nunca se hão-de de celebrar os 500 anos desse achamento.

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Cozinha. Hoje (como à 8 anos).

As tuas discussões parecem um jogo de cartas.

sexta-feira, novembro 09, 2007

Bairro Alto. Hoje.

Stencil. Piano.
Rir.
UM POUCO DE luz.

quarta-feira, novembro 07, 2007

Jardim da Estrela. Hoje.

Estou farta se ser turista.
Estou farta de escrever sobre isso.

domingo, outubro 28, 2007

Hoje

Um momento. Em que sentimos. Tão doce a pele.
Uma tecla de piano tocada na escuridão. Do silêncio.